ATIVIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA – COM DESCRITORES – 5º E 9º ANO

Olá Pessoal…

Quero esclarecer que apenas seleciono e posto aqui sugestões de atividades. Não sou eu quem as elabora! todo o crédito deve ser dado aos elaboradores…

Encontrei este material riquíssimo de Palmas… ilustrado, com os descritores e com gabarito!

Espero que ajude!

APOSTILA 5º ANO LP E MAT COM DESCRITORES – PALMAS

APOSTILA 9º ANO LP E MAT COM DESCRITORES – PALMAS

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Sugestões de atividades e técnicas para o trabalho com crianças autistas

Hoje encontrei um material riquíssimo para o trabalho com crianças autistas  produzido pela Simone Helen Drumond…estou compartilhando com vocês…

28 Atividades Com Alfabeto Para Autistas

Grandezas e Medidas para Autistas 1

Grandezas e Medidas para Autistas 2

História de uma Tesoura – Helen Drumond

Projeto Autismo e Identidade

Técnica para desenvolver leitura – Autistas

 

Opinião – Sala de aula: planejar ou improvisar?

Em uma sala de aula, durante a fala do professor, um aluno formula uma pergunta. O professor ouve atentamente e se vê diante de um dilema:

O que fazer? Responder a pergunta objetivamente e continuar a exposição? Anotar a questão no quadro e dizer que responderá ao terminar o que está expondo? Anotar a pergunta e pedir a toda classe que pense na resposta? Solicitar ao aluno que anote a pergunta e a repita ao final da exposição? Qual a conduta mais correta?

Deixe aqui sua contribuição…

Avaliação formativa – Importância e Instrumentos

Instrumentos, Procedimentos e Técnicas para Avaliação Formativa

A importância da Avaliação Formativa:

O uso freqüente da avaliação formativa contribui para regular a aprendizagem, incentivando-os a esforçarem-se em suas atividades durante o período escolar.

O discente que demonstra o domínio de determinados objetivos em repetidas avaliações formativas tende a reduzir a ansiedade em relação ao seu rendimento no curso.

A análise das respostas fornecidas pelos discentes nas variadas possibilidades de avaliação formativa deve vir acompanhada de uma prescrição específica para que os discentes e docentes possam tomar providências imediatas.

As avaliações formativas devem ser encaradas como parte do processo de aprendizagem e de maneira alguma confundidas com o julgamento decisivo sobre a aprovação ou não do discente, não devendo ser incluído no processo de atribuição de notas.

A atribuição de notas é contra-indicada na avaliação formativa, pois, dentre os efeitos observados, consta o de interferir na expectativa dos discentes, induzindo-os a aceitar um certo domínio de aprendizagem, conforme a natureza das ocorrências dos resultados que são obtidos.

Os Tipos de Instrumentos, Procedimentos e Técnicas

1) Exercícios – Estímulos criados pelo docente para provocar a atuação do discente e desta forma, poder observar e analisar as respostas fornecidas.

a) Redação – Exposição escrita de idéias próprias sobre um dado tema.

Objetivos

Levar o discente a:

(a) Exprimir, com clareza e exatidão, o pensamento e as predisposições afetivas relativas aos conteúdos em questão, quando for o caso.

(b) Analisar, sintetizar e opinar criticamente.

(c) Criar e desenvolver temas, expressando-se por escrito.

(d) Fornecer dados para o docente analisar o rendimento na aprendizagem.

Atuação prévia do docente

(a) Propor o tema a ser desenvolvido na redação, selecionando-o de acordo com o conteúdo da disciplina e, sempre que possível, inserindo-o em um contexto de uma situação-problema real.

(b) Estabelecer os critérios de julgamento e discutir com os discentes o seu significado.

(c) Solicitar aos discentes que leiam livros, artigos e outros materiais de leitura, com bastante freqüência e antecipação, resumindo as idéias sempre que possível.

(d) Estimular a imaginação dos discentes através de expressões, tais como: “Imagine-se na seguinte situação….”. “Vamos supor que…….”, induzindo a turma a refletir e a expressar-se com autenticidade e originalidade.

(e) Registrar no quadro de giz as idéias significativas surgidas, de modo a enriquecer as experiências de cada discente, a partir do compartilhamento das mesmas.

(f) Recomendar que, após a redação concluída, o trabalho seja relido, de preferência em voz alta, para detecção de falhas e aprimoramento.

Cuidados do docente durante o desenvolvimento das redações

(a) Dar tempo necessário para que os discentes, individualmente ou em grupo, desenvolvam a redação.

(b) Favorecer a livre expressão dos discentes.

(c) Zelar para que não haja a influência de fatores restritivos, tais como preocupação exagerada do discente com regras que possam atuar negativamente na geração de idéias originais.

(d) Evitar distrair a atenção dos discentes enquanto se concentram em seu trabalho.

Análise das respostas dos Discentes

(a) Recolher os trabalhos desenvolvidos pelos discentes.

(b) Ler as redações.

(c) Sublinhar os aspectos que merecem comentários  no sentido de aperfeiçoar o desenvolvimento do discente, evitando riscar ou invalidar as idéias apresentadas.

(d) Divulgar à turma, as idéias interessantes, registrando-as no quadro de giz ou entregando-as, se possível, em material impresso. Não há necessidade de divulgar os nomes dos discentes, caso o docente sinta que isso pode dar um destaque negativo aos mesmos ou constrangê-los.

b) Perguntas

Objetivos

Levar o discente a:

(a) Ter a oportunidade de informar ao docente sobre suas opiniões, condutas habituais e dificuldades na disciplina, tendo em vista obter uma avaliação imediata.

(b) Conscientizar-se sobre a aprendizagem.

(c) Monitorar a própria aprendizagem.

Tipos de perguntas

As perguntas podem constituir uma forma de avaliação em situações de sala de aula, configurando-se de várias maneiras de acordo com  os objetivos e as habilidades do docente.

(a) Solicitação ao discente para que responda brevemente a determinadas perguntas. Por Exemplo:

“Qual o assunto mais importante que você aprendeu hoje na aula?”

“Qual é o assunto principal que você não conseguiu responder ao sair da aula?”

(b) Solicitação ao discente que envie uma mensagem (escrita ou “E Mail”) ao docente sobre os aspectos mais críticos e de difícil entendimento em relação aos assuntos, estudados na unidade didática.

(c) Solicitação aos discentes que façam comentários ou críticas sobre o que cada um elaborou, durante e/ou após trabalhos em grupos.

Exemplos de perguntas: ”Que sugestões específicas os membros do grupo lhe ofereceram e que podem ajudá-lo a aperfeiçoar o seu trabalho?”. “Que sugestões você ofereceu aos outros?”

Esse tipo de avaliação concorre para uma aprendizagem cooperativa, o que muito beneficia os discentes.

(d) Solicitação aos discentes que reflitam sobre o que estavam fazendo durante a exposição/palestra do docente e de que modo esse comportamento ajudou ou prejudicou a compreensão da aula. Pode-se também, solicitar aos discentes que escrevam suas impressões sobre sua própria aprendizagem, fornecendo assim, “feedback” ao docente sob a forma de breves notas anônimas.

(e) Solicitação aos discentes para que façam breves registros referindo-se ao tempo que utilizaram em seu estudo para uma determinada aula, quando estudaram e como estudaram.

(f) Solicitação aos discentes que analisem seu próprio processo de aprendizagem, respondendo a perguntas tais como:

“Descreva, brevemente, a aula/atividade que você assistiu/ desenvolveu. Qual foi o propósito dessa aula/atividade no seu entender?”

“Forneça exemplo(s) de seu(s) melhor(es) rendimento (s). Explique o que você fez para alcançar tal(ais) rendimento (s).”

Atuação prévia do docente

(a) As perguntas são criadas pelos docentes de acordo com o que desejam saber sobre seu próprio ensino e a aprendizagem.

(b) Podem ser colocadas no quadro de giz, ditadas ou impressas .

(c) Geralmente, as perguntas são apresentadas um pouco antes do final da aula, ao final de trabalhos de grupo ou mesmo durante a aula/instrução.

Análise das respostas dos discentes

As perguntas devem fornecer dados ao docente, passíveis de interpretação que ajudem a detectar o “porquê” das respostas fornecidas pelos discentes, o que aprenderam e o que deixaram de compreender.

c) Problemas

Referem-se a questões predominantemente cognitivas, envolvendo a compreensão de dados, esclarecimento de hipóteses explicativas e busca de soluções.

Objetivos

Levar o discente a:

(a) Desenvolver métodos de raciocínio próprios.

(b) Registrar os métodos de raciocínio empregados, explicitando a análise do problema.

Atuação prévia do docente

(a) Estabelecer a finalidade das situações-problema a serem propostas.

(b) Estabelecer os critérios de julgamento e discutir com os discentes o seu significado.

(c) Preparar o conteúdo do problema, enunciando-o de forma clara, específica e que facilite a identificação dos fatores necessários à sua resolução.

(d) Contextualizar o problema.

(e) Procurar resolver o problema, antes de propô-lo aos discentes para assegurar-se que estes terão condições de obter as soluções com os dados fornecidos, fazendo as devidas alterações para clarificar o problema.

(f) Verificar o tempo necessário para o trabalho dos discentes, individualmente ou em grupo.

Cuidados do docente durante o desenvolvimento dos problemas

(a) Explicar os conceitos e/ou princípios básicos envolvidos no problema, recapitulando o que for necessário.

(b) Auxiliar o discente a analisar e a descobrir a solução, fornecendo algumas pistas, sem contudo, ensinar diretamente.

(c) Solicitar ao discente que registre o encaminhamento de seu raciocínio para facilitar uma análise posterior.

(d) Solicitar ao discente a verificação constante de suas soluções.

(e) Demonstrar algumas estratégias através da solução de problemas semelhantes, procurando estimular o discente a encontrar seus próprios caminhos sem a preocupação com paradigmas preestabelecidos.

(f) Apresentar uma variedade de problemas que envolvam novas situações e soluções criativas, tendo em vista a generalização e a transferência da aprendizagem.

Análise das respostas dos discentes

(a) Interpretar o raciocínio desenvolvido pelo discente.

(b) Identificar a causa de erros porventura cometidos.

(c) Registrar uma orientação para o discente de modo que ele refaça seu raciocínio, indicando dados necessários ao mesmo. Evitar a divulgação da resposta certa ou do padrão de raciocínio para obtenção da resposta.

(d) Propor problemas semelhantes para que o discente consolide sua aprendizagem.

Observação: Essa análise pode ser feita tomando uma resposta de um dado discente e colocando-a no quadro de giz, diante da turma. O docente poderá orientar o raciocínio dos discentes, de modo que eles mesmos analisem a resposta e indiquem novos caminhos, mediante pergunta e estímulo.

d) Estudo Dirigido

Atividade realizada pelos discentes com base em roteiros previamente traçados pelo docente. O estudo parte da leitura de um texto.

Objetivo

Levar o discente a:

(a) Pesquisar sobre determinados assuntos.

(b) Conduzir o processo de aquisição de conhecimento (aprender-a-aprender).

(c) Aprender a estudar, desenvolvendo métodos próprios.

(d) Preparar-se para um debate ou discussão sobre o assunto.

(e) Identificar pensamentos diferentes sobre um assunto.

(f) Organizar as próprias idéias.

(g) Registrar as respostas às questões estudadas.

(h) Consolidar a aprendizagem de determinados assuntos.

Atuação prévia do Docente

(a) Identificar os objetivos do Estudo Dirigido no contexto dos assuntos da disciplina em desenvolvimento.

(b) Estabelecer os critérios de julgamento e discutir com os discentes o seu significado.

(c) Selecionar e conhecer seguramente o texto

(d) Elaborar o roteiro de estudos, em ordem lógica, para entregar aos discentes, nele incluindo as questões que vão orientar o estudo.

(e) Formular questões claras e simples para serem respondidas, com base no texto ou a partir da interpretação da idéia ou da intenção do autor.

(f) Testar o roteiro e as questões a serem destinadas aos discentes, verificando sua clareza e viabilidade para encontrar as respostas no texto.

(Cuidados do docente durante o desenvolvimento do estudo dirigido

(a) Fornecer o roteiro e o texto aos discentes.

(b) Sugerir que façam, inicialmente, uma leitura completa do texto, assinalando e redigindo as respostas às questões propostas de modo a obter uma visão global do texto.

(c) Acompanhar e esclarecer dúvidas.

(d) Chamar a atenção dos discentes para as principais idéias contidas no texto, levando-os a reler, completar ou reformular as respostas às questões.

Análise das respostas dos discentes

(a) Verificar as respostas que os discentes deram às questões formuladas.

(b) Fazer comentários, se possível, por escrito, para cada discente, recomendando a complementação dos estudos, com indicação de bibliografia para estudo.

e) Trabalhos em Grupo

 

É uma técnica que permite a interação entre os discentes no estudo de um tema ou na realização de tarefas. Oferece oportunidades ao docente para prestar atenção aos argumentos e condutas dos discentes e, posteriormente desencadear novas questões, propondo tarefas individuais que facilitem o acompanhamento da aprendizagem de cada discente.

Objetivos

(a) Exprimir, com clareza e exatidão, o pensamento e pontos de vistas.

(b) Saber ouvir e aceitar pontos de vista diferentes.

(c) Argumentar e contra-argumentar.

(d) Discutir com os companheiros do grupo, de modo a refletir, defender pontos de vista e enriquecer as próprias idéias.

(e) Expressar as dúvidas, espontaneamente, facilitando, assim a observação do docente no sentido de detectar aspectos importantes a trabalhar com a turma.

Atuação prévia do docente

(a) Formular uma questão ou tema para discussão ou uma tarefa a ser resolvida, tendo em vista os objetivos a alcançar.

(b) Estabelecer os critérios de julgamento da participação dos discentes.

(c) Solicitar à turma, que se prepare com antecedência, pensando sobre o tema.

(d) Fornecer referências bibliográficas ou material necessário ao preparo dos discentes.

(e) Preparar o ambiente físico da sala de aula.

(3) Cuidados do docente durante o desenvolvimento do Trabalho em Grupo

(a) Indicar os objetivos do trabalho e o tempo disponível para tal.

(b) Acompanhar os trabalhos dos discentes.

(c) Verificar os aspectos relacionados aos assuntos das disciplinas que necessitam de novas intervenções em aulas subseqüentes.

Análise das respostas dos discentes

(a) Identificar os problemas, as dificuldades, as dúvidas trazidas pelos discentes durante os trabalhos de grupo.

(b) Elaborar novas experiências de ensino, a partir das observações realizadas, trazendo-as à turma, dando, assim continuidade ao processo de aprendizagem.

(c) Realizar sucessivas tarefas individuais em prosseguimentos aos TG, de modo a atender às naturezas das dificuldades dos discentes.

(d) Reagrupar os discentes segundo as dificuldades.

Ficha de Registro para Acompanhamento do Discente

A ficha visa tornar o processo de avaliação mais eficiente, facilitando ao docente o registro de observações e o rendimento escolar do discente. O docente deverá assinalar o rendimento do discente, no dia-a-dia, levando em consideração os aspectos cognitivos, afetivos e psicomotores.

Objetivos

(a) Obter o máximo de informações sobre o comportamento e rendimento do discente.

(b) Tornar o processo de avaliação mais eficiente complementando informações a respeito do discente.

Atuação prévia do docente

(a) Escolher a técnica de observação mais adequada para o preenchimento da ficha.

Plano de Ensino de Artes Visuais – 6º a 9º Ano

Olá Amigos,

Estruturei o Plano Anual de ensino de Artes Visuais com sugestões de estratégias e avaliação. Também citei os eixos temáticos por ano. Prontos para lançar no SIAP:

Plano de trabalho anual – ARTE – EF – 6º ANO

Plano de trabalho anual – ARTE – EF – 7º ANO

Plano de trabalho anual – ARTE – EF – 8º ANO

Plano de trabalho anual – ARTE – EF – 9º ANO

 

Apostilas de Desafios Matemáticos e Raciocínio Lógico

Apostilas com diversos desafios matemáticos para o Ensino Fundamental:

APOSTILA DE DESAFIOS MATEMÁTICOS 1

APOSTILA DE DESAFIOS MATEMÁTICOS 2

Raciocínio Lógico Matemático

APOSTILA DE RACIOCÍNIO LÓGICO

Para o ENEM:

RACIOCÍNIO LÓGICO – MATEMÁTICA PARA O ENEM

 

 

Sugestões de Estratégias de Ensino e Avaliação – EF – Todas as disciplinas

ARTE – EF – 6º A 9º ANO

CIÊNCIAS – EF – 6º A 9º ANO

Do ACRE também, em doc…

ED FÍSICA – EF – 6º A 9º ANO

GEOGRAFIA – EF – 6º A 9º ANO

HISTÓRIA – EF – 6º A 9º ANO

LÍNGUA ESPANHOLA – EF – 6º A 9º ANO

LÍNGUA INGLESA – EF – 6º A 9º ANO

LÍNGUA PORTUGUESA – EF – 6º A 9º ANO

MATEMÁTICA – EF – 6º A 9º ANO

Sugestões de Estratégias de Ensino e Avaliação – EM – Todas as disciplinas

Aquele pessoal do Acre é incrível! O currículo de referência já vem com sugestões de estratégias de ensino  e avaliação… selecionei e salvei em Doc pra vocês…

Parabéns e obrigada À SEDUC do Acre!

Sugestões de metodologia e avaliação – BIOLOGIA EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Sociologia EM

Sugestões de metodologia e avaliação – ARTES VISUAIS EM

Sugestões de metodologia e avaliação – EDUCAÇÃO FÍSICA EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Espanhol EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Filosofia EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Física EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Geografia EM

Sugestões de metodologia e avaliação – História EM

Sugestões de metodologia e avaliação – INGLÊS – EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Língua Portuguesa EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Matemática EM

Sugestões de metodologia e avaliação – Química EM

Sugestões de Estratégias de ensino e Avaliação – Geral

Estratégias de Ensino

  • Aula expositiva e dialogada;
  • Aulas práticas;
  • Tempestade Cerebral;
  • Aula demonstrativa;
  • Estudo dirigido;
  • Resolução de exercícios;
  • Leitura, discussão e debates;
  • Laboratórios e oficinas;
  • Estudo do meio;
  • Ensino com pesquisa;
  • Exposição e visitas;
  • Jogos de empresas (empresa fictícia: números inteiros);
  • Jogos pedagógicos
  • Vídeos: filmes, desenhos e documentários.
  • Trabalho em equipes;
  • Dinâmicas de grupo;
  • Aprendizagem baseada em problemas;
  • Investigação e solução de problemas;
  • Fichas didáticas;
  • Desafios;
  • Leitura compartilhada;

Avaliação: Instrumentos e estratégias avaliativas:

  • Situações de levantamento dos conhecimentos prévios do aluno em relação aos conteúdos propostos.
  • Fichas individuais;
  • Testes com questões de múltipla escolha;
  • Testes com questões dissertativas;
    • Provas de interpretação de textos, focadas nos conteúdos trabalhados.
    • Elaboração de relatório;
    • Elaboração de portfólio;
    • Auto-avaliação,
    • Entrevistas;
    • Produção de texto;
    • Rodas de conversa
    • Relato minucioso de casos ou experiências vividas
    • Recapitulação do que foi ouvido
      • ·Atividades que favoreçam o progressivo domínio da expressão oral: a fala com objetivos diversos dos que existem na conversa informal.
      •  Entrevistas para coleta de informações sobre temas em estudo, com alternância dos papéis de entrevistador e entrevistado – atividades sequenciadas que incluam:
      • Definição de tópicos;
      • Elaboração das perguntas;
      • Execução da entrevista;
      • Registro das respostas;
      • Análise da relevância das informações obtidas e do desenvolvimento da entrevista (dificuldades encontradas, aspectos positivos, procedimentos que podem ser melhorados).
    • Apresentação de seminários sobre temas em estudo nas diferentes áreas de conhecimento;
      • Elaboração de Resumos  de atividades sequenciadas que incluam:
        • Escuta atenta;
        • Esclarecimento de dúvidas;
        • Identificação dos tópicos principais;
        • Organização prévia da fala.

·Participação em bate-papos virtuais com diferentes objetivos, sob orientação do professor.

Arquivo em DOC:

Estratégias de Ensino-geral

Currículo para disciplina Optativa de Cartografia – Ensino Médio

Sugestão de currículo para Disciplina Optativa de Cartografia – Ensino Médio

CURRÍCULO REFERÊNCIA PARA DISCIPLINA OPTATIVA DE CARTOGRAFIA

Sugestão elaborada por Ricardo – Colégio Estadual Presidente Costa e Silva

São Simão /GO

Disciplina: Tópico de Geografia – Ensino Médio

Sugestão de currículo para disciplina de Tópico de Geografia

CURRÍCULO REFERÊNCIA PARA DISCIPLINA TÓPICO DE GEOGRAFIA

Sugestão elaborada por Ricardo – Colégio Estadual Presidente Costa e Silva

São Simão /GO

Sugestões de estratégias e avaliações para plano de aula – Língua Portuguesa

Está sem muita criatividade ou tem dificuldades para elaborar as estratégias e avaliações dos planos de aula?

Baixa aí…

Sugestões de Estratégias e Avaliações – Língua Portuguesa

Caderno Pedagógico de Língua Portuguesa – Ensino Fundamental

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 4º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 4º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 4º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 4º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 5º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 5º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 5º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 5º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 6º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 6º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 6º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 6º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 7º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 7º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 7º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 7º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 8º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 8º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 8º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 8º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 9º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 9º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 9º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Língua Portuguesa 9º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Cadernos Pedagógicos de Geografia – Ensino Fundamental

Caderno Pedagógico – Geografia 6º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 6º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 6º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 6º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 7º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 7º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 7º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 7º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 8º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 8º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 8º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 8º ano 4.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 9º ano 1.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 9º ano 2.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 9º ano 3.BIM 2012 – ALUNO

Caderno Pedagógico – Geografia 9º ano 4.BIM 2012 – ALUNO